Wolverine: Insomniac confirma que jogo não terá mundo aberto – e explica decisão

Insomniac confirma que Wolverine não terá mundo aberto e explica decisão.

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Diferente do que muitos pensam, a notícia de que Marvel’s Wolverine não terá um mundo aberto não deveria pegar ninguém de surpresa. Afinal, Wolverine não é um personagem de alta mobilidade como o Homem-Aranha ou o Batman – e a Insomniac Games sabia disso desde o início.

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1/3 – Wolverine não pode balançar por Nova York

De acordo com o diretor do jogo, Mike Daly, em entrevista ao IGN, a equipe nunca teve a intenção de criar um mundo aberto. 

“Nós não começamos o projeto querendo fazer um jogo de mundo aberto ou um sandbox. O que realmente queríamos era uma aventura linear para um jogador, cheia de ação intensa e mistério, e as missões refletem essa estrutura” 

A primeira e mais óbvia razão para dispensar um mundo aberto é a mobilidade limitada de Logan. Enquanto balançar por Nova York é responsável por cerca de 70% da satisfação nos jogos do Homem-Aranha, o mutante não tem teias.

Ele corre, pula e, no máximo, anda de moto. Ainda que tivesse um veículo, a travessia se tornaria entediante com o passar do tempo – o que explica por que a Insomniac optou por uma abordagem mais focada.

2/3 – Uma aventura global, não um bairro

A trama de Marvel’s Wolverine leva Logan a diferentes partes do mundo – Canadá, Japão, Madripoor. Um mundo aberto único não comportaria essa variedade (a não ser que a gente visse o Wolverine como piloto de avião).

Em vez disso, o jogo parece seguir uma linha similar a God of War (2018), com áreas semi-abertas interconectadas.

Assim, é possível transitar entre locais distintos, cada um com seus próprios inimigos, quebra-cabeças, colecionáveis e side-quests – sem a necessidade de um mapa gigante e genérico. Isso torna ainda melhor porque cria contraste com o gameplay dos outros jogos da empresa.

Assim, cada herói tem sua assinatura única.

3/3 – Direções de arte únicas

Com múltiplos locais, a equipe de desenvolvedores tem mais liberdade para expressar direções de arte distintas, mantendo uma coesão visual.

O Japão, por exemplo, promete cenários com luzes de neon e mapas mais verticalizados, enquanto Madripoor trará uma atmosfera sombria e corrupta. Essa variedade torna a experiência menos repetitiva e mais interessante – exatamente o que o personagem merece.

Aliás, se você ainda não aproveitou os excelentes jogos da Marvel no PlayStation, fica a pergunta: tá esperando o quê?

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E aí, você prefere um mundo aberto gigante ou uma experiência mais focada e variada como a Insomniac está fazendo? Conta pra gente nos comentários e continue acompanhando o Legado da Marvel para mais novidades.

Victor Palácio
Sou designer, editor, game designer e escritor movido por curiosidade, humor e caos criativamente organizado. Gosto de dar vida a ideias, criar mundos, contar histórias, me aprofundar nos tópicos mais improváveis e transformar qualquer projeto em algo que tenha alma. Trabalho com seriedade, mas sempre deixo espaço para experimentação e autenticidade.
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