X-Men: Novo filme deve abandonar aspecto político e focar em drama interno
Novo filme dos X-Men vai focar em drama interno e abandonar o aspecto político.

O reboot dos X-Men no MCU quer algo que os filmes da Fox, segundo um de seus roteiristas, deixaram de lado: o melodrama, os conflitos internos e aquela sensação de “novelão” que tornou os quadrinhos tão viciantes.
- Entre no nosso canal do WhatsApp para notícias diretamente no seu celular!
- Siga nosso perfil no Google para não perder nenhuma novidade!
Lee Sung Jin, um dos roteiristas do filme, deu uma entrevista reveladora no podcast The Ringer e abriu o jogo sobre a direção criativa que Jake Schreier (diretor de Thunderbolts) está imprimindo no projeto.
E a notícia é animadora para quem sempre achou que os filmes antigos perdiam a mão na hora de mostrar os mutantes apenas convivendo.
1/3 – O que Lee Sung Jin disse
“Cresci assistindo ao desenho dos X-Men todo sábado de manhã com meu pai”, contou Lee. Foi ali que ele se apaixonou por Gambit e Jubileu, especialmente por ver um rosto asiático entre os heróis.
Mas o que ele realmente sente falta, e que os filmes da Fox nunca entregaram, é aquele clima de time, de briga interna, de jogar vôlei ou treinar na Sala de Perigo enquanto as relações pessoais fervem.
Algo que X-Men Evolution explorou maravilhosamente bem.
“Enquanto os filmes se apoiavam no pano de fundo político, o que é empolgante na visão do Jake para este filme é que ele quer voltar ao personagem em primeiro lugar. Ele quer mergulhar nessas dinâmicas internas de personagem e relacionamentos, e nas coisas melodramáticas que estavam nos quadrinhos.”
2/3 – O que isso significa na prática
Traduzindo: o novo filme dos X-Men não vai ser só sobre opressão, registro de mutantes e discursos de Magneto. Vai ser sobre ciúme entre Ciclope e Jean, sobre a arrogância do Fera, sobre a Vampira não saber tocar ninguém socialmente, sobre o Gambit tentando impressionar todo mundo.
O “novelão” dos quadrinhos de Chris Claremont, aquela novela mexicana com superpoderes, finalmente vai ganhar as telas.
Na minha visão, essa é a decisão mais inteligente que a Marvel poderia tomar. O que faz a gente se importar com um mutante não é só a causa, é o fato dele ser um adolescente inseguro que também tem medo de levar um fora.
3/3 – A responsabilidade de acertar
Lee deixou claro que a pressão é gigantesca.
Ele e a equipe (que inclui Joanna Calo e o próprio Kevin Feige) se reúnem todos os dias numa sala onde todos os personagens dos X-Men estão colados na parede.
É a maior IP do planeta, nas palavras dele. E eles sabem que não podem errar.
O bom é que a Marvel limpou a agenda e está focada em poucos projetos. Isso significa que X-Men é prioridade principal.
E com Jake Schreier vindo do aclamado Thunderbolts (que também é “personagem em primeiro lugar”), o futuro parece promissor.
E aí, você prefere um filme de X-Men mais político ou mais novela? Conta pra gente nos comentários e continue acompanhando o Legado da Marvel para mais novidades.