Homem-Formiga e a Vespa é a comédia que precisávamos após Guerra Infinita!

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As pintadas de humor é uma marca registrada da Marvel Studios desde o segundo Homem de Ferro. No primeiro filme de Tony Stark, o humor estava presente e era leve, mas no segundo, vemos um aumento dele, e foi ele que ditou todo o tom que temos hoje no Universo Cinematográfico da Marvel. Como o primeiro Vingadores, é claro.

 

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Por que eu estou falando de outros filmes no começo da nossa crítica* de Homem-Formiga e a Vespa? Bom, é porque esse é um dos raros filmes onde a Marvel Studios se assume na comédia. Não há tons dramáticos ou sérios, é um filme de humor e deve-se ser levado assim. Como por exemplo o próprio primeiro Homem-Formiga de 2015, e Thor: Ragnarok, se bem que Ragnarok tá mais pra uma comédia que você precisa pegar algumas coisas para sacar a genialidade de algumas piadas.

 

O segundo Homem-Formiga pega tudo aquilo que você amou no primeiro, mas não repete, igual o segundo Deadpool 2 fez recentemente (leia a nossa crítica clicando aqui). O diretor do primeiro que volta na direção desse segundo, Peyton Reed, sabe da responsabilidade que carrega. No primeiro longa, o diretor havia entrado com uma história já pré-definida por Edgar Wright. Ele pegou toda a base que existia e fez o seu filme, e nesse, a idealização do projeto começou com ele e sua direção. E é notável as maiores pintadas de humor e escrachadas, vindas do diretor que dirigiu filmes como Sim Senhor!, Separados Pelo CasamentoTeenagers: As Apimentadas.

 

 

Além do seu humor, Homem-Formiga e a Vespa foca numa coisa que a Marvel Studios faz bem a mais de 10 anos: desenvolvimento de personagens. Se a gente já gostava do Scott, Luis, Hank ou Hope no primeiro filme, o segundo filme os eleva em 300% (quero vê pegar essa referência). É como Kevin Feige adora dizer em entrevistas, que esses filmes são sobre personagens, o desenvolvimento deles é o que importa, muito antes da ação. Uma das cenas inicias do longa é de uma cena (até que longa) de Scott com sua filha Cassie. É bem difícil hoje em dia termos um filme de orçamento alto e com expectativa tirar momentos para focar em personagens.

 

É uma das coisas que mais me deixaram feliz com o longa. Eu me questionava o motivo de Hank Pym ser tão foda nos quadrinhos, ter criado o traje do Homem-Formiga e muitas outras coisas, mas no filme de 2015 não nos fisga como sua história deveria nos fisgar. Nesse, os roteiristas e diretor parecem focados em fazer a gente amar o personagem, e entender que por uma vez de todas, que Hank Pym é foda pra caralho. Quem se destaca também é Janet, que mesmo com não muito tempo de tela, quando estar nela, ela nos rouba com o seu imenso carisma. Ela, de fato, foi a melhor escolha possível para interpretar a Vespa original.

 

 

A vilã do longa tem uma profundidade muito maior do que virmos nos trailers. Assim como fez o personagem Killmonger em Pantera Negra, cujo trailers davam a entender que os motivos seriam bem bestas, quando o filme é assistido, vemos que a Fantasma tem muito para nos contar. E acredite, você vai entende-la um pouco. Até por que, quem não faria o mesmo? O personagem do Golias também está bem legal, mas não falaremos muito para não entregar.

 

Precisamos falar da destaque maior do filme. O nome da atriz que a interpreta é Evangeline Lilly, a Vespa. O filme é sobre a Vespa. É incrível como o filme usa os poderes de antagonistas que o Paul Rudd tem em diversos filmes em sua carreira, e traz aqui para um filme que, de certa maneira, deveria ser dele. Mas não se engane, você vai comprar muito a ideia de uma filha que está atrás de sua mãe. Fora toda uma coreografia bem feita nas lutas, uniforme lindo, e a atriz visivelmente feliz pra caramba de interpretar tal personagem.

 

 

Já citado no texto, Paul Rudd acaba sendo o antagonista de seu próprio filme. Sua prisão domiciliar e relação com sua filha ainda tem um destaque, mas é tomado pela história da Vespa e Hank, que acabam tendo a trama central do filme. Mas quando o chamo de antagonista, não digo como se fosse algo negativo não. Por sinal, aplaudo pela coragem. Você fazer com que Paul Rudd seja aquele cara que manda uma piada ao final de uma cena séria (como ele faz em muitos filmes que já fez), é uma das melhores sacadas da Marvel Studios até hoje. Por sinal, é isso que eu espero numa interação com os Vingadores.

 

Visualmente o filme é lindo, o Reino Quântico está muito mais lindo do que eu imaginei. Talvez seja porque eu não esperei muito. Fotografia do filme continua bonita, mesmo eu sentindo falta do aspecto widescreen que marcou o primeiro longa. Mas não seja por isso, há cenas maiores de lutas ou até mesmo de diálogos, que quando vistas em IMAX, a imagem e som ficam extremamente arrasadoras. Se puder, confira o filme no formato.

 

 

Homem-Formiga e a Vespa é puro entretenimento. Talvez você, que é cismado com um padrão Marvel, não goste do filme por “conter muitas piadas”. Mas, é um filme que se assume do início ao fim como uma comédia do início ao fim. É um filme que você pode assistir com toda a sua família, até com a sua avó ou avô, sem eles ficarem assustados com muitas mortes acontecendo ao final. Ele vem para reforçar o nosso amor ao personagem Homem-Formiga e nos apresentar a incrível e maravilhosa Vespa. Muito bem feito, Marvel Studios, muito bem MESMO!

 

Nota: 4/5.

 

*Chamamos de crítica por ser de costume de todos se referir assim, mas não se engane, não sou formado em cinema e isto aqui é uma mera opinião. 😛

 

Veja a nossa galeria do filme:

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Agora que a crítica acabou, veja um vídeo do nosso canal!

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