CCXP 2017: Saiba tudo que rolou no painel de 55 anos do Homem-Aranha

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Começando com o tema clássico do desenho dos anos 60, a figura do nosso eterno amigo da vizinhança tomou conta do auditório Cinemark na CCXP 2017. Foi uma rápida mas divertida celebração dos 55 anos do Homem Aranha, e no palco tivemos a presença do desenhista mexicano Humberto Ramos e do brasileiro (Brasil Sil Sil) que vem trabalhando com o Aranha nesses últimos anos.

 

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Humberto já começa se mostrando tão fã do personagem quanto eu que escrevo aqui e você que tá lendo, dizendo que seu objetivo sempre foi o de poder desenhar o aracnídeo, e é bonito de ver o orgulho do cara por ter sido anexado à história do Aranha. O relato do Tony já é ainda mais parecido com o que deixa nós marvetes fascinados por esse personagem: a conexão emocional direta que qualquer um tem ao ver os problemas que Peter Parker enfrenta.

 

Não são só os vilões exóticos que trazem os grandes desafios que esse moleque do Queens tem que enfrentar, mas sim a vida. Os problemas de Peter se resumem em coisas que enfrentamos no dia a dia: pagar contas, manejar o tempo para se dedicar aos estudos e o peso de assumir fortes responsabilidades em casa após a perda do tio. Essa juventude e maturidade também foi discutida junto com a evolução do personagem ao longo dos anos.

 

 

Desde sua estreia nos anos 60, é lógico que com tantos anos a situação teria que avançar para algum lugar. Não é a toa que surgiram histórias com um Peter casado, financeiramente melhor e até um mentor, em vez de moleque novato. Esses avanços são interessantes, mas pra muitos fãs a graça mesmo está em ver o garoto piadista sem grana. E é aí que após muitas décadas de histórias, surge a evolução que talvez seja a mais marcante desse cânone: um tal de Miles Morales.

 

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Humberto não exita em declarar que não gostou da ideia de outra pessoa assumir o manto do Aranha que não fosse Peter Parker, mas ao longo do tempo foi vendo o impacto que esse risco ousado da Marvel teve, abrangendo problemas étnicos mais recentes e visíveis, englobando muitas pessoas que até então não tinham tanta conexão assim com o que lidam os personagens, afinal, agora não é só mais o drama dum homem branco.

 

 

Mesmo que a aceitação de Miles ainda não seja total, é uma recuperação do ar jovem do Peter das antigas e a melhor forma de conectar os fãs de hoje, que vivem seus problemas, e os fãs lá da antiga que eram Peters e hoje são adultos, celebrando todas as fases que a figura do Aranha já passou. Esse choque de épocas é ainda mais interessante quando se lembra que 2018 teremos tanto Peter quanto Miles nos cinemas. O primeiro em Vingadores: Guerra Infinita (novidade né) e o segundo em seu filme animado.

 

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Para encerrar o papo, foi lançada a pergunta de qual foi o melhor Homem Aranha nos cinemas, visualmente. E aí veio o momento mais divertido e até polêmico do painel, já que veio de um funcionário da Marvel a declaração do uniforme de Andrew Garfield no Espetacular Homem Aranha 2 como sendo o melhor.

 

 

Os sensatos concordam, mas o Humberto não parou por aí e ainda jogou que não curtia muito a ideia do Aranha de Tom Holland no MCU ser mais um side kick ajudante de todo mundo do que fato um herói imponente e independente, e ainda pediu para que trouxessem Garfield de volta. Opinião que muitos de vocês aí compartilham, né não?

 

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Foi uma conversa bem descontraída e que mais parecia um papo entre fãs, e é isso que consolida a admiração que muitos sentem pelo Aranha e fazem dele, mesmo depois de 55 anos, um dos mais inspiradores heróis de todos os tempos. Leia mais: Guardem os lenços, o Aranha não vai morrer em Guerra Infinita.

 

Veja o painel completo na íntegra.

 

 

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