Matthew Vaughn queria dirigir um filme do jovem Wolverine!

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Se você não conhece Matthew Vaughn, então você tá por fora. Ele é o diretor de Kingsman: Serviço Secreto, além de ser o diretor do (pra mim) melhor filme da franquia X-Men até hoje: X-Men: Primeira Classe.

 

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Numa entrevista ao Collider, o diretor conta o por que de (se você não lembra) ele ter deixado passar a continuação, no qual a Fox estava muito afim que ele dirigisse aquele “pequeno” filme chamado X-Men: Dias de um Futuro Esquecido. Se liga no que ele disse:

 

“A razão pelo qual eu não fazia sequências antigamente era porque elas simplesmente não me empolgavam. E em Dias de um Futuro Esquecido, mesmo eu tendo co-escrito a parada, a razão pelo qual rejeitei foram duas: primeiro, eu respeito muito o Bryan Singer e X-Men é o mundo dele, ele só me deixou brincar com a sua caixa. Eu gostei, mas não era a minha caixa. Eu queria a minha própria caixa.”

 

Apesar de receber os créditos de co-roteirista em Dias de um Futuro Esquecido, esse não era o tipo de filme dos X-Men que ele queria fazer. O filme que ele queria fazer envolvia um jovem Wolverine.

 

“E, segundo, eu não queria fazer Dias de um Futuro Esquecido em seguida. Eu senti que este filme deveria estar dentro de uma trilogia e Dias de um Futuro Esquecido deveria ser o final da história. Eu teria feito um filme-no-meio onde você conheceria o jovem Wolverine, e aí Dias de um Futuro Esquecido traria o jovem Wolverine junto com o velho Wolverine, e isso iria explodir cabeças.”

 

 

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Você imaginaria isso?! Pois é, a ideia de Matthew era realmente bem foda. Mas aí a Fox quis apressar as paradas, porque no final das contas, X-Men: PrImeira Classe não rendeu muito dinheiro. Mesmo com todas as divergências criativas, o diretor/roteirista conta que no final das contas o filme de Singer foi bem perto de como ele imaginava:

 

“Bryan fez algumas coisas. Na minha versão eu tinha o Fanático entrando no Pentágono, e ele mudou para o Mercúrio e ficou brilhantemente foda, tenho que dizer. Minha ideia era trazer os sentinelas no final, e eu queria que eles se parecessem com a Mística. Ele mudou alguns mutantes também. Mas sim, bem perto.”

 

Mesmo com respeito (ok, nem tanto) ao Bryan Singer, uma trilogia dos X-Men comandada pelo Matthew Vaughn era tudo o que eu queria ver! Pena a Fox ter resolvido fazer o mais do mesmo e trazer a dupla Simberg/Singer de volta. Esperemos que algumas dessas ideias, como a do jovem Wolverine, voltem ao papel algum dia! Leia mais: Não, a Marvel Studios não lucrou com Homem-Aranha: De Volta ao Lar!

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