Marvel Rivals – Chegada de Elsa Bloodstone levanta debate antigo
Elsa Bloodstone chega a Marvel Rivals, mas reacende um debate antigo sobre excesso de Duelistas no jogo.

A NetEase divulgou um novo Dev Vision Vol. 14 de Marvel Rivals, detalhando o conteúdo da Temporada 6.5, que estreia em 13 de fevereiro para PS4, PS5, Xbox Series X|S e PC.
- Entre no nosso canal do WhatsApp e receba todas as notícias da Marvel diretamente no seu celular!
- Siga a gente no Instagram para conferir ainda mais curiosidades exclusivas da Marvel!
Entre ajustes de balanceamento, evento temático em Times Square e mudanças nas habilidades de equipe, o grande destaque fica para a chegada de Elsa Bloodstone como nova personagem jogável.
Ainda assim, apesar do carisma evidente, a escolha levanta questionamentos relevantes sobre timing e diversidade dentro do elenco. Confira abaixo:
1/5 – Quem é Elsa Bloodstone em Marvel Rivals?
Na Temporada 6.5, Elsa chega ao jogo como uma Duelista, focada em dano direto.
Caçadora de monstros experiente, a personagem utiliza múltiplas armas, consegue invocar criaturas para auxiliá-la em combate e se apoia em seus Instintos para reduzir tempos de recarga, mantendo pressão constante sobre os adversários.
Em termos de design e gameplay, a proposta é clara: uma personagem agressiva, dinâmica e com forte identidade.
E sim, é difícil negar: ela é carismática e tudo indica que será divertida de jogar.
2/5 – O problema não é a personagem, é o momento
No entanto, ao mesmo tempo em que a personagem funciona isoladamente, o contexto levanta dúvidas.
Tematicamente, Elsa Bloodstone chega muito próxima de um território que muitos jogadores associam imediatamente a Blade. Caça a monstros, atmosfera sobrenatural, combate direto, a sobreposição é evidente.
Eu até poderia argumentar que existem personagens mais famosos que chamariam mais atenção agora. Ainda assim, entendo e respeito a decisão da NetEase de apostar em nomes menos conhecidos da Marvel.
O problema é outro: se a ideia é expandir o repertório com personagens menos óbvios, por que não buscar maior diversidade temática?
3/5 – A superlotação dos Duelistas
Além disso, Elsa chega justamente na função mais saturada do jogo.
Com ela, Marvel Rivals passa a contar com 24 Duelistas, contra apenas 12 Vanguardas (Tanques) e 10 Estrategistas (Curandeiros). Essa diferença não é pequena é um desequilíbrio estrutural abissal.
Naturalmente, é esperado que existam mais personagens focados em dano. Ainda assim, quando uma função tem 100% a mais de opções que outra, algo sai do controle.
O resultado prático é simples: menos incentivo para jogar de tanque ou cura, filas desequilibradas e partidas com excesso de dano e pouca sustentação.
4/5 – Um impacto direto na experiência de jogo
Esse tipo de distribuição afeta não só o balanceamento, mas o comportamento dos jogadores.
Quando quase todos os lançamentos reforçam a mesma função, o meta se estreita. Funções essenciais ficam carentes de variedade, enquanto outras seguem infladas.
Com o tempo, isso vira um problema de saúde do jogo, não apenas de preferência pessoal.
5/5 – Conteúdo sólido, decisões discutíveis
Isso não apaga os méritos da Temporada 6.5. O evento Love on Parade em Times Square, os ajustes de Team-Up (com exceção de um) e o cuidado contínuo da NetEase com o suporte do jogo mostram um projeto vivo e bem acompanhado.
Ainda assim, a escolha de Elsa Bloodstone expõe uma discussão que o jogo vai precisar enfrentar mais cedo ou mais tarde: variedade não é só quantidade, é distribuição.
E aí, você acha que a chegada de Elsa Bloodstone foi a escolha certa agora ou Marvel Rivals deveria priorizar mais diversidade de funções e temas
Conta pra gente nos comentários e segue acompanhando o Legado da Marvel para mais novidades, bastidores e análises.