Loki vai morrer em Vingadores: Doomsday? Entenda a nova teoria

E lá vamos nós de novo...

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Desde o final da segunda temporada de Loki, o personagem assumiu uma função que, ironicamente, o afastou de todo o resto do MCU.

 

Ele deixou de ser apenas um agente do caos para se tornar o ponto de equilíbrio do multiverso, sustentando as linhas do tempo para que tudo continue existindo.

O problema é que, dentro da lógica da Marvel, quanto mais invisível um papel se torna, mais vulnerável ele fica. E é exatamente aí que Vingadores: Doomsday pode encontrar sua decisão mais cruel e mais eficaz.

Loki Vingadores Doomsday

1/8 — Loki hoje é o pilar invisível do multiverso

Loki não governa, não interfere e não aparece quando o mundo está em perigo. Ele apenas sustenta. O MCU segue acontecendo porque ele está ali, preso a um trono que ninguém vê e que ninguém reconhece.

Isso cria uma situação narrativa curiosa: Loki é essencial demais para ser ignorado… e desconhecido demais para ser defendido.

Loki Vingadores Doomsday Incursões

2/8 — Incursões, colapso e a necessidade de um culpado

O conceito de Incursões já foi estabelecido em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura: universos colidindo até que um deles precise deixar de existir.

Vingadores: Doutor Destino deve pegar essa ideia e levá-la ao limite, transformando o multiverso em um campo minado prestes a explodir.

Quando tudo começa a ruir, a pergunta deixa de ser “como consertar?” e passa a ser “quem causou isso?”. Loki, por mais paradoxal que pareça, se encaixa perfeitamente nesse papel.

Visto que ele mexe com o tempo, com as realidades e com algo que nem mesmo os heróis compreendem totalmente. Em um cenário de pânico, isso é mais do que suficiente para levantar suspeitas.

Doutor Destino Vingadores Doomsday

3/8 — Doutor Destino não chega como vilão

Segundo diversos rumores confiáveis, Destino não aparece declarando guerra. Ele surge como alguém que entende o problema e oferece uma solução.

Alerta sobre uma Incursão envolvendo dois universos — o dos Vingadores e o dos X-Men — e se coloca como um aliado disposto a evitar a catástrofe.

Essa postura muda completamente o jogo. Destino não precisa conquistar nada à força. Ele só precisa ser ouvido.

Loki Vingadores Doomsday vilão

4/8 — Loki como o bode expiatório ideal

É nesse ponto que Loki se torna vulnerável de verdade. Até porque pouquíssimas pessoas sabem o que ele se tornou. Fora a TVA, e talvez, curiosamente, o Deadpool, por ter tido contato direto com ela, ninguém entende seu papel atual.

E a TVA, por sua vez, não tem força política nem militar para se opor a alguém como Doutor Destino.

Assim, sem que Destino precise acusar diretamente, a narrativa pode se formar sozinha: algo está errado no multiverso, Loki está mexendo nas timelines e alguém precisa ser responsabilizado.

Não é uma arma apontada, é uma sugestão plantada.

Loki Vingadores Doomsday morto

5/8 — A morte de Loki como demonstração narrativa

Se a Marvel realmente quiser estabelecer Doutor Destino como o grande vilão da saga, ela precisa de um momento definidor. Algo que deixe claro que não estamos lidando com um antagonista comum.

Matar Loki cumpre exatamente esse papel. Assim como Thanos se impôs ao matá-lo em Guerra Infinita, Destino eliminaria não apenas um personagem querido, mas o próprio eixo que sustenta o multiverso.

O impacto não seria apenas emocional, seria estrutural.

E sim, há algo poeticamente irônico nisso. Loki morrendo novamente pelas mãos do grande vilão da vez. Só que agora, com consequências muito maiores.

Loki Vingadores Doomsday trono

6/8 — O poder fica… por enquanto, intocado

O mais interessante é que Destino não precisa se apropriar imediatamente do poder de Loki. Pelo contrário. Se ele fizer isso cedo demais, deixa claras suas intenções.

Logo, o cenário mais coerente é outro: Loki morre, cria-se um vácuo de poder, e Destino se mantém como a figura “responsável”, alguém que está ali para conter o caos.

O verdadeiro plano só se revela depois, quando o multiverso já estiver instável o suficiente para ser reescrito.

Vingadores X-Men

7/8 — Vingadores contra X-Men: o plano em movimento

Assim, com Loki fora do jogo, o caminho fica livre para o próximo passo. Destino convence Vingadores e X-Men de que apenas um dos universos pode sobreviver.

Ele não os força a lutar, ele cria a situação onde lutar parece a única saída.

Esse conflito não nasce do ódio, mas do desespero. Afinal, cada grupo tentando salvar o seu mundo, sem perceber que tudo está sendo cuidadosamente manipulado.

É o tipo de caos controlado que só funciona quando não existe mais alguém segurando as rédeas do multiverso.

8/8 — Um sacrifício antes de Guerras Secretas

Prender Loki seria seguro. Reversível. Confortável.

Matar Loki, não.

Mas talvez seja exatamente disso que o MCU precise antes de Vingadores: Guerras Secretas: uma perda definitiva, um erro impossível de desfazer e a sensação clara de que o mundo — ou melhor, os mundos — passaram de um ponto sem retorno.

No fim, a questão não é apenas se Loki vai morrer em Vingadores: Doutor Doomsday. É se o MCU consegue contar essa história sem quebrar algo fundamental no processo.

E aí, você acha que a Marvel teria coragem de matar Loki agora que ele se tornou o guardião do multiverso? Ou acredita que esse sacrifício é grande demais até mesmo para Doomsday?

Conta pra gente nos comentários e segue acompanhando o Legado da Marvel pra mais teorias, análises e bastidores do MCU.

Victor Palácio
Sou designer, editor, game designer e escritor movido por curiosidade, humor e caos criativamente organizado. Gosto de dar vida a ideias, criar mundos, contar histórias, me aprofundar nos tópicos mais improváveis e transformar qualquer projeto em algo que tenha alma. Trabalho com seriedade, mas sempre deixo espaço para experimentação e autenticidade.
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